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35 Poemas ou Um
 

“Não sei por que espírito antigo
Ficamos assim impossíveis...
A Lua chapeia os mangues
Donde sai um favor de silêncio
E de maré.
És uma sombra que apalpo
Que nem um cortejo de castas rainhas.”

Estes aí são os primeiros versos do primeiro dos Poemas da Negra, publicados em 1928 por Mário de Andrade. Mais de oitenta anos depois, continua extremamente delicioso, com uma sensualidade e um lirismo totalmente atemporais. Quem seria doido de mergulhar numa mina dessas, sem correr o risco de sujar a água e sair enlameado? Antonio Manoel dos Santos Silva, com uma lucidez louca, mergulhou nos poemas da negra de Mário de Andrade, e voltou trazendo nas mãos versos outros, mas com o mesmo sabor de surpresa.

Exemplo?
Leia abaixo:

Minha mão já não se alastra
e vai tolhida.
Teu corpo se encolhe
e vou perdido.
Uma branca paz me anula em brilho fosco.

Teu corpo é muita seda,
muitos veludos noturnos,
luz que explode em minha cara.

Oh neblina devassada,
estou morto ao te acenderes,
estou sem bandeira para pedir-me a paz.

O novo livro do Antonio Manoel, recém lançado pela Vitrine Literária, levou mais de vinte anos para ser finalizado. Ele fez o primeiro rascunho entre 1988 e 1990, e voltou a reelaborá-los várias vezes. Vinte anos podem parecer muito tempo, mas não se a gente observar o esmero com que o autor burilou os versos, acabados no tempo exato para se tornarem atemporais.

Mais? Clique aqui.

http://www.vitrineliteraria.com.br/

 
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