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O Salvador, o traidor e o tumor
quarta-feira, 19 de setembro de 2012, 08:33
 

Tô aqui na muda, enquanto programadores preparam a nova cara do Vitrine. Junta a falta de tempo com a expectativa da mudanças e um calor de 52% graus desta minha amada boca do sertão (isso, no ringue de patinação no gelo do shopping), e a soma disso tudo é que há tempos não escrevo. Estou respondendo mal mal a mensagens, e na base de consoantes, vogais são esforço extra e dsncssr.

Neste ócio sabático das letras, deixei passar coisas fabulosas, que mereceriam pelo menos umas trinta linhas. Cito uma só, roído pelo espanto: o livro do Mainardi. Espero que ele não tenha caído no ostracismo quando eu conseguir voltar a ter saco pra escrever, pra explicar as razões por que desta vez acho que ele foi o mais crápula de todos.

Mas estou aqui por causa de três assuntinhos bobos lidos na Folha de São Paulo. É tanta besteira que não posso deixar de correr o risco de ser pego sem trabalhar. E por isso dedico meia dúzia de linhas a cada.

Na novela do mensalão, Genoíno compara a mídia a uma tortura. “Sofri com o pau de arara, agora sofro com a caneta.” Com certeza queria ter usado “pena”, mas ficaria muito antiquado, avançou para caneta, que quase ninguém também usa mais. Devia ter dito teclado, talvez. Independente disso, segundo o major curió o Genoíno não é bom de tranco. Então, que poupe nós todos do drama, abra a boca logo de uma vez e entregue todo mundo. Pô, Genô, não, chora...

Na novela mais longa da história, o “casou ou não casou” de Jesus, novo capítulo. Agora, descobriram um pergaminho em que o Messias se refere a uma “minha mulher”. Acabou de sair a notícia, o tsunami vem aí. Com todo respeito a Ele – cara, admiro-O pra caramba, a desgraça são os seguidores apagando pistas séculos afora – que mal faria se o Salvador tivesse dado as suas bimbadinhas? Povinho chato: bebe vinho em vez de se contentar com água e ainda sai dizendo que o sommellier devia se manter a seco.

Na novela menos cultural da história, mais besteiras na Lei Rouanet, aquela criada para paparicar paparicadores do poder. Pelo que entendi em um passar de olhos rápido e entediado, quase a penetraram com duas mudanças: uma, prioridade para as minorias (qualquer dia acabo por cair numa delas, a de hetero convicto e ortodoxo, mas juro que não vou me aproveitar disso); a outra, prioridade para cancerosos. Ou seja, fume, pegue um tumor e garante uma graninha pra fazer aquele seu filmezinho hermético ou livrinho pseudo-semiótico, dos quais nada, a não ser contas bancárias, vão ver alguma coisa.

No mais, perdão, Jesus, por te citar junto com Genoíno. OK, tumor, ok, va lá: me desculpe também.

 
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